Iga Swiatek, a tenista polonesa que liderou o ranking da WTA por mais de dois anos, enfrentou recentemente uma punição de cerca de um mês devido a um caso de doping, envolvendo o uso da substância proibida trimetazidina (TMZ). A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) tornou pública a ocorrência, que ocorreu em agosto deste ano.
Ao testar positivo para a substância proibida, Swiatek foi impedida de competir entre os dias 22 e 4 de outubro. Durante esse período de suspensão, a tenista perdeu a participação em três torneios e viu Aryna Sabalenka se aproximar em pontos no ranking, chegando a assumir a liderança da WTA.
De acordo com a defesa da tenista, a contaminação não foi intencional, sendo aceita essa explicação pela Agência Internacional. Swiatek afirmou ter consumido melatonina, um medicamento recomendado para insônia e fabricado em seu país.
Após a revelação do caso, Swiatek e sua equipe colaboraram com uma série de depoimentos, incluindo análises de laboratórios credenciados pela Agência Mundial Antidoping (WADA). Os resultados confirmaram a ingestão acidental da substância.
A ITIA propôs uma suspensão breve, aceita pela tenista, que resultou na ausência em três torneios e na renúncia ao prêmio por sua participação no WTA 1000 de Cincinnati, onde chegou à semifinal antes de ser derrotada por Sabalenka.